Câmara debaterá demora na entrega de chaves de residenciais em Sorocaba

A Câmara Municipal de Sorocaba, por iniciativa do vereador Carlos Leite (PT) promoverá, na próxima sexta-feira (21) às 18:30hs, audiência pública com o tema “Quando serão entregues as chaves do Residencial Carandá e Altos de Ipanema?”, para debater a demora da administração municipal em permitir o acesso dos contemplados com os apartamentos às suas unidades.

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“Não entendemos a demora da Prefeitura de realizar a entrega das chaves para as famílias contempladas, já que os sorteios foram realizados e a documentação entregue. São milhares de pessoas que esperam entrar em suas casas próprias, que estão nos buscando e reclamando da demora em permitir a ocupação legal dos imóveis”, destaca o vereador Carlos Leite.

“Esperamos que a Prefeitura envie seus representantes em nossa audiência pública para explicar essa demora que, em nossa perspectiva, é injustificável”, salienta Leite.

O primeiro sorteio das pessoas que ocuparão as unidades do Carandá ocorreu no dia 16 de agosto de 2014. Já os apartamentos do Altos do Ipanema foram sorteados no dia 29 de junho deste ano.

O Condomínio Residencial Jardim Carandá, que fica no bairro Caguaçú, conta com 2.560 moradias, integrantes do Programa “Minha Casa Minha Vida”. A obra conta com R$ 179.200.000,00 reais do Governo Federal, do total de R$ 226.304.000,00 de investimentos, o que representa 79% da verba total.

O Carandá tem 2.560 apartamentos de 47 m2, divididos em sala, cozinha, banheiro e dois quartos, além de vaga de garagem. O imóvel é financiado pelo Banco do Brasil, com 94% de subsídio por programas de habitação dos governos federal e estadual.

O Residencial Jardim Altos do Ipanema também fica no bairro Caguaçú. São 2.160 apartamentos de 47 m², divididos em sala, cozinha, banheiro e dois quartos, além de vaga de garagem. A Caixa Econômica Federal é a financiadora e cerca de 94% do valor do imóvel são subsidiados pelos governos Federal (Minha Casa Minha Vida) e Estadual (Casa Paulista). A diferença fica por conta do proprietário, que quita a dívida em parcelas mensais correspondentes a até 5% da renda familiar, ao longo de dez anos.

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