Monthly Archives: março 2016

Saae se confunde e aguarda informação da pessoa errada

Autarquia paga, com dinheiro público, informação equivocada em megaportal da internet

Para Carlos Leite, solicitação é descabida, uma vez que o Diretor Presidente da ECL é quem deveria ser questionado.

Para Carlos Leite, solicitação é descabida, uma vez que o Diretor Presidente da ECL é quem deveria ser questionado.

O vereador Carlos Leite (PT) protocolou na manhã de ontem (30), às 8:47 horas, ofício ao Saae – Serviço Autônomo de Água e Esgoto, em resposta à solicitação da autarquia sobre documentos que comprovariam quem construiu uma casa de bombas para a empresa Toyota. O Saae não conseguiu, até hoje, provar que foi ele quem fez a construção, mas refuta a hipótese de ter sido construída por terceiros, de forma irregular, sem licitação própria ou mesmo projeto executivo.

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), presidida por Leite e que investigou a autarquia entre 2014 e 2015, recebeu a denúncia de que, a pedido do então prefeito Vitor Lippi (PSDB), a casa de bombas foi construída pela empresa ECL Engenharia, sem licitação própria, com a promessa de que o valor seria pago por um termo aditivo em outra obra, o que é totalmente irregular.

Documento protocolado no dia 30/03, às 8:47 horas.

Documento protocolado no dia 30/03, às 8:47 horas.

Declarações imputam irregularidades – “A empresa [ECL Engenharia] executou o serviço de implantação da casa de bombas para abastecimento da Toyota, alheia ao escopo de seus contratos, por ordem direta da administração, tendo sido explicado pelo diretor jurídico à época, doutor Diógenes [Brotas] que o Saae promoveria a celebração de um termo aditivo posteriormente para pagamento dos valores devidos”, informou à época à CPI o diretor presidente da ECL Engenharia, Sabino de Freitas, em depoimento sob juramento e posteriormente com ata assinada.

“Segundo informado, se tratava de uma determinação direta do excelentíssimo prefeito municipal Dr. Vitor Lippi, ao superintendente visando a viabilização da inauguração da fábrica da Toyota”, afirmou Sabino.

Essas informações já foram passadas à Administração Municipal, incluídas em sua integralidade no relatório da CPI.

Trecho de depoimento de Sabino Freitas, onde ele acusa o Saae de ter pedido a obra com pagamento posterior, via aditivo em outro contrato.

Trecho de depoimento de Sabino Freitas, onde ele acusa o Saae de ter pedido a obra com pagamento posterior, via aditivo em outro contrato.

Pedindo à pessoa errada – Em declarações à imprensa, em 2015, o vereador Carlos Leite disse que “o diretor da ECL tem documentos assinados pela autarquia comprovando a permissão (para construção da casa de bombas)”. “Ou seja, é do Sabino, e não deste vereador, que o Saae tem que cobrar documentos. O diretor do Saae, Rodrigo Maldonado, parece não ter entendido direito minhas declarações à imprensa, nem lido o relatório da CPI, uma vez que as declarações do Sabino já constam nesse documento”, afirma Carlos Leite.

“Além do mais”, declara Leite, “Maldonado não tem competência para cobrar informações de uma CPI que já foi encerrada, ou de um vereador. É ele que tem de explicar porque, até agora, não intimou o senhor Sabino a apresentar provas das declarações que fez”.

Mesmo não sendo coerente o pedido de documentos feito à CPI, explica Leite, o relatório do depoimento de Sabino foi encaminhado ao Saae nesta quarta-feira (30), recebido por servidora da autarquia às 8:47 horas. “Novamente, reafirmamos, é o Sabino de Freitas quem deve encaminhar documentos”, diz Leite.

“Não constam registros” – Em resposta ao requerimento nº167/2015, onde a Câmara Municipal cobrou da autarquia documentos que comprovassem a lisura do processo de construção da casa de bombas (como projeto de engenharia, saída de materiais próprios, ou licitação para construção por terceiros), o então diretor do Saae, Adhemar Spinelli respondeu que “não consta nos arquivos desta autarquia, registros sobre a construção do cubículo de alvenaria da casa de bombas”.

Ao mesmo tempo, o Saae afirma na  resposta que os motores e demais instrumentos foram instalados pela autarquia. “Os serviços de instalações hidráulicas e elétricas, bem como a aquisição de equipamentos, foram contratados/ adquiridos pelo Saae”, escreve o então diretor do Saae.

O atual diretor da autarquia, Rodrigo Maldonado, entende que a casa de bombas foi construída pelo próprio Saae, mas não consegue explicar a ausência de documentos que comprovem a construção da casa de bombas, como projeto de engenharia e comprovantes de saída de materiais de construção.

“Há uma clara incapacidade dos diretores do Saae, o anterior e o atual, de comprovar a construção da casa de bombas com materiais e mão de obra próprios. Somada à isso,  temos uma resposta de orçamento da ECL Engenharia para esse mesmo serviço, e mais um depoimento oficial do Sabino de que declarou sob juramento que a construção foi feita pela ECL mediante ‘acordo’ com a autarquia, sem licitação própria. Ora, esses elementos apontam claramente para um problema sério que a CPI já apresentou”, disse Leite.

Em documento assinado pelo então Diretor Geral da autarquia, Saae informa que não possuía documentos que comprovassem quem construiu a casa de bombas.

Em documento assinado pelo então Diretor Geral da autarquia, Saae informa que não possuía documentos que comprovassem quem construiu a casa de bombas.

Documento recebido pelo Saae – Mesmo não sendo cabível pedir documentos à uma CPI já encerrada, o vereador Carlos Leite também encaminhou um documento ao Saae onde consta uma resposta da ECL Engenharia à solicitação de orçamento do Saae para a construção de uma casa de bombas nas proximidades da Toyota. O documento original foi recebido pelo engenheiro do Saae Mauri Gião Pongitor, em 12 de abril de 2011, com orçamento no valor de R$ 27 mil reais.

“Ou seja, tem um documentos que reforça a denúncia do dono da ECL de que foi a ECL, e não o Saae, o construtor da casa de bombas. Portanto, o Saae tem que explicar isso”, enfatiza Leite.

Documento onde supostamente a empresa ECL respondia ao Saae um pedido de orçamento para a casa de bombas. O engenheiro da autarquia, Mauri Gião Pongitor, recebeu o documento. ele reconheceu sua assinatura em depoimento à CPI do Saae.

Documento onde supostamente a empresa ECL respondia ao Saae um pedido de orçamento para a casa de bombas. O engenheiro da autarquia, Mauri Gião Pongitor, recebeu o documento. ele reconheceu sua assinatura em depoimento à CPI do Saae.

Saae paga por informação errada – O Saae divulgou nota à imprensa e pagou por especial publicitário em megaportal da internet, com a informação de que não havia recebido a resposta a sua solicitação dita equivocada por Leite. “É equivocada porque não devia ser pedida a nós”, afirma o vereador.

Em uma publicação indicada como “especial publicitário” (portanto publicação paga) em um grande portal de notícias da região, publicada às 12:56 horas do dia 30/03, depois de o Saae já ter recebido a resposta que pedia, a autarquia diz ainda “aguardar documento que o presidente da CPI afirmou existir”. “Protocolamos o documento antes do especial publicitário pago do Saae ir ao ar, portanto, o mínimo que se esperava é que o Saae publicasse a matéria atualizada. Podemos dizer que o especial publicitário estava errado porque quando foi ao ar o Saae já estava com o documento pedido em mãos”, diz Leite.

“Um especial publicitário é pago, portanto, houve gasto de dinheiro público para bancar a divulgação de uma solicitação sem cabimento; esse é um desserviço à população. Se o Saae quer esclarecer de fato o assunto, ele precisa se atentar mais às lacunas da sua forma de investigar, e não sair patrocinando e publicando informações descabidas para a imprensa e para a população”, enfatiza o vereador Carlos Leite.

Infográfico mostra que o conteúdo é de responsabilidade da Prefeitura, foi pago (informe publicitário) e foi ao ar às 12:56 horas, depois do Saae receber o ofício do vereador Carlos Leite.

Infográfico mostra que o conteúdo é de responsabilidade da Prefeitura, foi pago (informe publicitário) e foi ao ar às 12:56 horas, depois do Saae receber o ofício do vereador Carlos Leite.

Aprovada em primeira discussão a universalização do transporte especial em Sorocaba

A Câmara Municipal de Sorocaba aprovou por unanimidade em primeira discussão, nesta terça-feira (29), o projeto de lei do vereador Carlos Leite que garante a todo deficiente residente no município o direito ao transporte público e gratuito, de forma a garantir sua integração social, cultural, educacional e seu acesso ao sistema de saúde. O projeto também garante a gratuidade ao acompanhante do deficiente, quando este for dependente de outrem para sua locomoção.

SRM_7059

O projeto garante que “toda pessoa com deficiência física e intelectual, com alto grau de dependência, que necessita de transporte especial, tem o direito ao atendimento gratuito de veículo equipado com plataforma de elevação para embarque e desembarque, e adaptação para transporte seguro e confortável, que a busque em sua residência e a leve para seu compromisso, e a transporte de volta à sua residência após o término do mesmo”.

O deficiente contemplado com o transporte especial tem, segundo a proposta que tramita no legislativo, o direito a ser levado de volta à sua residência em até, no máximo, 1 hora após o término de seu compromisso.

“Queremos com este projeto, democratizar e universalizar o transporte de pessoas com deficiência”, justifica o parlamentar. Segundo resposta do Executivo municipal a requerimento de autoria do vereador, 950 pessoas são atendidas hoje pelo transporte especial.

“Cabe aos órgãos e entidades públicos e privados incluir as pessoas com deficiência, respeitadas suas peculiaridades, em todas as iniciativas relacionadas à cultura, desporto, turismo e lazer, facilitando o acesso, ingresso e a permanência desta parcela da população em todos os serviços oferecidos à comunidade”, defende ele.

Câmara debaterá projeto que universaliza transporte especial em Sorocaba

A Câmara Municipal de Sorocaba debaterá, nesta terça-feira (29) o projeto de lei do vereador Carlos Leite que garante a todo deficiente residente no município o direito ao transporte público e gratuito, de forma a garantir sua integração social, cultural, educacional e seu acesso ao sistema de saúde. O projeto também garante a gratuidade ao acompanhante do deficiente, quando este for dependente de outrem para sua locomoção.

LQO_6632

“Queremos com este projeto, democratizar e universalizar o transporte de pessoas com deficiência”, justifica o parlamentar. Segundo resposta do Executivo municipal a requerimento de autoria do vereador, 950 pessoas são atendidas hoje pelo transporte especial.

“Mas sabemos que tem muito mais gente precisando do transporte, e queremos que elas sejam respeitadas em suas necessidades especiais e atendidas plenamente pelo Poder Público. Somos frequentemente procurados por pessoas que reclamam uma vaga, que precisam desse transporte e estão na fila de espera há muito tempo”, diz Leite.

O projeto determina que “toda pessoa com deficiência física e intelectual, com alto grau de dependência, que necessita de transporte especial, tem o direito ao atendimento gratuito de veículo equipado com plataforma de elevação para embarque e desembarque, e adaptação para transporte seguro e confortável, que a busque em sua residência e a leve para seu compromisso, e a transporte de volta à sua residência após o término do mesmo”.

O deficiente contemplado com o transporte especial tem, segundo a proposta que tramita no legislativo, o direito a ser levado de volta à sua residência em até, no máximo, 1 hora após o término de seu compromisso.

“É obrigação dos órgãos e entidades do Poder Público assegurar às pessoas com deficiência o pleno exercício de seus direitos básicos, dentre eles o transporte e a mobilidade, decorrentes da Constituição Federal Brasileira (artigo 205), inclusive os direitos à cultura, desporto, turismo e lazer”, justifica o vereador.

“Cabe aos órgãos e entidades públicos e privados incluir as pessoas com deficiência, respeitadas suas peculiaridades, em todas as iniciativas relacionadas à cultura, desporto, turismo e lazer, facilitando o acesso, ingresso e a permanência desta parcela da população em todos os serviços oferecidos à comunidade”, defende ele.

Projeto prevê participação popular para aumento da segurança comunitária

A Câmara Municipal de Sorocaba vai debater, nesta terça-feira (28), o projeto de lei do vereador Carlos Leite (PT) que institui o programa municipal de segurança comunitária denominado “Projeto Vizinhança Solidária”, cujo principal objetivo é a integração da comunidade com as instituições policiais atuantes em Sorocaba, reforçando substancialmente a segurança nas ruas, através do apoio mútuo entre vizinhos e forças policiais.

imagem 22509-02

Os objetivos do projeto serão alcançados através da adoção de mecanismos dentro da filosofia de polícia comunitária de estímulo à mudança de comportamento dos integrantes de determinadas comunidades, buscando a conscientização de que a solidariedade entre vizinhos, em termos de segurança, pode vir a ser ferramenta facilitadora do policiamento preventivo eficiente e eficaz, objetivando reduzir os indicadores criminais e aumentando a sensação de segurança.

Isso porque, segundo o projeto, compete aos moradores, comerciantes e associações representativas, quando possível, de forma voluntária, colaborar com informações, controlar sua vigilância interna e externa, manter ligação constante com vizinhos, colaborando no tocante a prevenção, através de canais de comunicação estabelecidos entre os participantes do projeto “Vizinhança Solidária”.

Segundo o texto do vereador Carlos Leite, devem atuar na implementação e coordenação do “Projeto Vizinhança Solidária” a sociedade civil, representada por Associações de Moradores constituídas legalmente, moradores e comerciantes, bem como pelos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs), organizações não governamentais, dentre outras representatividades atuantes nas comunidades.

O projeto de Leite prevê a integração da comunidade com as Polícias Militar e Civil. O texto prevê, ainda, a participação da Prefeitura Municipal, mas somente se ela quiser, ou seja, o projeto não impõe a participação da Prefeitura, privilegiando a participação e organização comunitárias.

“Esse projeto já existe a nível estadual, e estamos procurando implantá-lo também a nível municipal para ter mais incentivo do Poder Público, de forma a disseminar melhor as boas práticas que envolvem o sistema de vizinhança solidária, otimizar os processos de comunicação entre civis e autoridades policiais, e garantir a inibição de crimes”, diz o vereador Carlos Leite.

Como experiência piloto, o projeto “Vizinhança Solidária” já existe na região do bairro Piazza di Roma, e foi implantado pela Associação de Moradores locais, com especial foco no bairro Jardim Tulipas. Manoel Borges, presidente da Associação e entusiasta da proposta, garante que projeto já surtiu ótimos efeitos na região.

Prefeitura multa empreendedor em quase R$ 70 mil por danos ambientais

A Prefeitura Municipal de Sorocaba multou no valor de R$ 69 mil reais um empreendedor imobiliário que promoveu impactos ambientais em uma área de cerca de 4,5 mil metros quadrados de vegetação em estágio inicial de regeneração, sem autorização de órgãos competentes, promovendo corte de árvores e movimentação de grande quantidade de terra.

O imóvel se localiza no número 1760 da Avenida Comendador Pereira Inácio, Jardim Vergueiro. A informação foi passada pela SEMA (Secretaria do Meio Ambiente) ao vereador Carlos Leite (PT) via ofício.

O empreendedor infringiu os termos do Artigo 74 do Decreto Municipal nº 21.007/14, que estabelece a exigência de autorização de órgãos municipais para a exploração de fragmentos florestais e outras formas de vegetação.

Além da multa, a Prefeitura determinou a cessação imediata das atividades degradadoras constatadas. Se houver reincidência, haverá a aplicação de multa em valor três vezes superior ao aplicado desta vez.

Além do corte de árvores e da movimentação de grande quantidade de terra, “ficou constatada a existência de um curso de água nas proximidades do local vistoriado, caracterizando existência de área de preservação permanente de 30 metros em suas margens, cobertas predominantemente por fragmento florestal em estágio médio de regeneração. Os trechos de curso de água vistoriados e os limites da movimentação de terra foram registrados por GPS”, escreve a SEMA no relatório da vistoria técnica.

O proprietário do terreno teve o prazo de sete dias corridos para apresentar licença ambiental da área. Mas ele não dispunha desse documento, o que caracteriza infração aos artigos 74 e 97 do Decreto Municipal nº 21007/14.

A área estava sendo terraplanada para a posterior construção de galpões. “Estima-se que o local impactado pela movimentação de terra era composto por aproximadamente 4,5 mil metros quadrados de fragmento florestal em estágio inicial de regeneração, e demais 13,5 mil metros composto por fragmento florestal em estágio pioneiro de regeneração, com espécimes arbóreos isolados nativos e exóticos espalhados”, conclui a SEMA em seu relatório.

“O trabalho que a Patrulha Ambiental vem desenvolvendo, e a SEMA de uma forma geral, é fundamental para a preservação e recuperação ambiental de nosso município. A única coisa que se exige é que cada ação impactante no meio ambiente tenha a respectiva licença e atenda às determinações legais. Sempre que houver ilegalidades, é essencial que haja a devida cobrança de recuperação e, quando couber, a aplicação de penalidades”, comenta o vereador Carlos Leite.

Projeto de chipagem em animais domésticos aguarda parecer

Proposta por Carlos Leite (PT), medida tem como fundamento o controle animal e melhoria das condições de segurança, garantindo a identificação dos proprietários.

O vereador Carlos Leite (PT) está aguardando o parecer a projeto de lei de sua autoria que obriga todos os animais domésticos do município (desde que sejam mamíferos ou répteis) a portarem um microchip com identificação do seu proprietário, com nome, endereço, número de telefone e números de RG e CPF. O projeto de lei foi protocolado em 12 de maio do ano passado, e tramita na Casa de Leis.

Chip é adquirido a baixo custo, e implantado via injeção sob a pele dos animais.

Chip é adquirido a baixo custo, e implantado via injeção sob a pele dos animais.

O chip deverá trazer informações do animal como sua origem, raça, data de nascimento (exata ou presumida), sexo, características físicas, registro de vacinação e número do transponder (microchip). A lei impactará sobre os animais que já foram comercializados e/ ou doados na cidade, bem como aqueles que nascem em residências não-comerciais.

O projeto também determina que os “estabelecimentos, feiras ou criadores que comercializam cães, gatos, cavalos, muares e similares, bovinos e bubalinos na cidade de Sorocaba realizarão a identificação eletrônica individual e definitiva implantada nos animais, através de transponder (microchip) para uso animal, inserido sub-cutaneamente na base do pescoço, na linha média dorsal, entre as escápulas, por profissional Médico Veterinário devidamente habilitado”.

O prazo para o vigor da lei, caso sancionada, é de 180 dias para estabelecimentos comerciais e feiras, e de 360 dias para os proprietários particulares. O proprietário que descumprir a lei após o prazo será penalizado com multa de R$ 100 reais, dobrando o valor em caso de reincidência. Já estabelecimento comercial, vendedor (quanto comercializado em feiras, eventos, simpósios e similares) ou criador, receberá multa no valor de mil reais, por animal irregular, dobrando o valor em caso de reincidência.

A lei também prevê a apreensão do animal. Isso se dará quando ocorrer a terceira reincidência do proprietário ou comerciante, ocasião em que será lavrada multa de R$ 2.000,00 (dois mil reais) para cada animal apreendido, e cobrada a diária quando o animal for levado para clínicas ou hotéis animais (bem como para o centro da Zoonoses), até que a irregularidade seja sanada e o animal seja retirado pelo proprietário.

De acordo com a lei, o Poder Público Municipal poderá promover campanhas de conscientização sobre o chip animal, bem como custear a implantação dos equipamentos mencionados, ou mesmo implantá-los. “A implantação do microchip de identificação garantirá maior controle populacional, de zoonoses, e maior segurança para a população, nos casos em que os animais são soltos intencionalmente nas ruas, provocando acidentes”, disse o vereador Carlos Leite, proponente da medida.

Nascido da necessidade de controle sanitário, o microchip ganhou em diversos países, especialmente os europeus, caráter obrigatório chegando a ser chamado de “anjo-da-guarda” para os proprietários, veterinários e criadores. As prefeituras do Recife, Curitiba, Porto Alegre, Campo Grande e Belo Horizonte não só desenvolvem programas de incentivo à adoção como também realizam o cadastramento de cães para facilitar a identificação dos animais e seus donos. No caso de Campo Grande e Belo Horizonte, as prefeituras já estão realizando a implantação de chips de identificação em cães. Na capital de Minas Gerais, a chipagem representa uma medida de segurança.

Carlos Leite cobra fiscalização do uso de veneno mata mato

O vereador Carlos Leite (PT) protocolou requerimento questionando a Prefeitura Municipal sobre o uso de veneno mata mato na cidade. Segundo informações do parlamentar, estaria havendo o uso indiscriminado da substância em áreas urbanas, sem a devida fiscalização por parte do Poder Público.

DSC02126Carlos Leite afirma que tem recebido denúncias por parte de moradores da Zona Leste, de que diversos terrenos teriam recebido a aplicação da mata mato, em flagrante desrespeito com a legislação municipal, que proíbe a prática no perímetro urbano.

“A Lei nº 6.342, do ano 2000, proíbe o uso de veneno em terrenos baldios localizados em áreas urbanas. Mas a prática do uso do veneno estaria sendo feita de forma praticamente indiscriminada”, diz o vereador.

O uso de mata mato é uma preocupação para autoridades sanitárias e ambientais, uma vez que provoca prejuízos para o meio ambiente, com contaminação e extermínio de seres vivos, impactando negativamente na biodiversidade.

Carlos Leite quer saber da Prefeitura se ela tem recebido essas denúncias e, se sim, quais medidas foram adotadas. Além disso, o parlamentar que saber se a Prefeitura continua utilizando o veneno em calçadas e passeios públicos, prática autorizada por meio de alteração promovida pelo prefeito Antônio Carlos Pannunzio (PSDB) na Lei nº 6.342/2000.

“Queremos saber se a Prefeitura tem utilizado o veneno e, se sim, quantos litros têm sido aplicados mensalmente no solo sorocabano, quantas pessoas estão destacadas para efetuar a aplicação, e se tem sido feita uma fiscalização eficiente desse processo”, esclarece o vereador.

Câmara debate “abastecimento hídrico” no Dia Mundial da Água

A Câmara Municipal de Sorocaba, por iniciativa do vereador Carlos Leite (PT) realizará, nesta terça-feira (22), audiência pública em celebração do Dia Mundial da Água, com o tema “Abastecimento, águas superficiais e águas subterrâneas”, com início às 19 horas.

sustentabilidade-dia-da-agua

Os palestrantes da noite são o professor Doutor André Cordeiro Alves dos Santos, do Centro de Ciências Humanas e Biológicas – CCHB, da Ufscar Sorocaba – SP, e o professor Mestre Geraldo Hideo Oda, do Instituto Geológico – SMA, de São Paulo – SP.

“Será uma oportunidade muito boa para discutirmos esse recurso fundamental para qualquer civilização, que é a água, e a forma como ela está sendo utilizada nos dias de hoje no pais e em nossa cidade”, afirma o vereador Carlos Leite.

Os participantes poderão requerer certificado de participação no evento, para efeitos de carga horária em cursos de graduação e pós-graduação.

Faltam 38 dentistas na rede municipal de saúde, denuncia vereador

Em resposta a requerimento de autoria do vereador Carlos Leite (PT), onde o parlamentar cobrava informações sobre atendimento odontológico em Sorocaba, o prefeito Antônio Carlos Pannunzio (PSDB) informou que, atualmente, apenas 107 cirurgiões dentistas atuam nas unidades de saúde da cidade, quanto existem mais 38 vagas abertas.

Quando perguntado se existe previsão para novas nomeações de profissionais nos cargos vagos, o prefeito responde negativamente, afirmando que “no momento não existe previsão. Todavia, ciente da necessidade, estudos vêm sendo realizados para viabilizar o aumento do quadro atual de cirurgiões dentistas nas unidades de saúde”, escreve o secretário de saúde, Francisco Antônio Fernandes, na resposta ao requerimento.

Contudo, segundo o vereador Carlos Leite, a prefeitura poderia preencher facilmente os 38 cargos vagos, bastando para isso convocar os candidatos aprovados no concurso nº 8/2014, cujo prazo legal para a administração municipal convocar os candidatos vai até 20 de agosto do ano que vem. Há a possibilidade, ainda, de prorrogar o concurso por mais dois anos, até 2019.

“O que estamos vendo é mais um absurdo da administração municipal. Temos um concurso válido, em vigência, de onde podem vir os candidatos para preencher as vagas ociosas, mas temos uma prefeitura que nos diz que não há previsão para a convocação, mas que ao mesmo tempo reconhece essa necessidade”, reclama o vereador Carlos Leite.

Segundo o parlamentar, o requerimento cobrando informações sobre a vacância no quadro de dentistas na rede municipal foi feito após diversas reclamações de munícipes sobre a demora no atendimento odontológico da cidade.

O bairro onde faltam mais profissionais é Aparecidinha, com 5 vagas ociosas, seguida do Jardim São Guilherme, Jardim Simus, Nova Esperança e Vila Angélica, com 4 vagas ociosas em cada bairro. Outros cinco bairros possuem 3 vagas ociosas, 1 vaga no Lopes de Oliveira, e outros quatro bairros com 1 vaga ociosa.

« Older Entries