Monthly Archives: janeiro 2015

Dengue avança em Sorocaba e Prefeitura decreta situação de emergência

Para o vereador Carlos Leite, Prefeitura também tem que fazer a sua parte, limpando terrenos e próprios públicos que podem ser nascedouro dos mosquitos, o que ela não vem fazendo de forma adequada.

A Prefeitura Municipal de Sorocaba decretou estado de emergência devido ao alto número de casos de dengue na cidade. Até o dia 28 de janeiro, foram registradas 547 pessoas infectadas, mais do que em todo o ano de 2014, quando foram registrados 469 casos.

Segundo a Prefeitura, o decreto (nº 21.671 de 29/01/2015) “possibilitará a ampliação do atendimento dos casos suspeitos e confirmados de dengue na cidade, pois permite agilizar eventuais aquisições de serviços e bens indispensáveis, como materiais e equipamentos para o combate ao mosquito Aedes aegypti; contratação de pessoal, ampliação de jornada de profissionais envolvidos, dentre outros”.

Segundo o Secretário de Saúde, Vagner Guerrero, o decreto possibilitará agilizar ações do Poder Público, dentre elas, as licitações, o que permitirá acelerar o processo de aquisição de serviços e bens indispensáveis, como materiais e equipamentos para o combate ao mosquito Aedes aegypti; contratação de pessoal, ampliação de jornada de profissionais envolvidos, dentre outros.

“O atual cenário da dengue é inédito na cidade. Há uma forte probabilidade de termos uma epidemia de grandes proporções já nos próximos meses, quando poderemos ter milhares de casos confirmados na cidade”, alertou a diretora da Área de Vigilância em Saúde da SES, Daniela Valentim dos Santos.

No caso de uma pessoa apresentar algum sintoma da dengue (como febre, vômito, dor no corpo, dor na cabeça ou dor atrás dos olhos), ela deve procurar imediatamente a UBS mais próxima de sua residência. “O mais importante é se hidratar bastante e não se automedicar, pois isso pode até piorar o quadro do paciente”, orienta Daniela.

Vereador Carlos Leite

Para o vereador Carlos Leite, é essencial que cada cidadão também faça sua parte, passando um “pente fino” em casa e eliminado possíveis focos de criadouro do mosquito da dengue, inclusive sacos de lixo, que também podem ser focos do mosquito.

“Cada cidadão de Sorocaba precisa fazer uma varredura em sua casa para garantir que não haja foco de mosquitos. Vamos todos fazer a nossa parte. Continuarei cobrando, como tenho feito insistentemente, que a Prefeitura faça a parte dela, combatendo a dengue, tratando os enfermos, e atuando para erradicar os focos de mosquitos nos próprios públicos e nas praças”, diz o vereador.

Para o parlamentar, a Prefeitura precisa redobrar seus esforços para erradicar os focos do mosquito que são de sua responsabilidade, limpando os terrenos públicos, retirando o entulho, e fiscalizando intensamente as áreas que podem ser criadouros do Aedes. “Temos casos em nosso gabinete de pessoas desesperadas com mato alto ao lado da casa delas, com lixo jogado há semanas, sendo que a Prefeitura não corta o mato e não recolhe os materiais descartados irregularmente”, enfatiza o parlamentar. “Vamos continuar cobrando e exigindo que ela faça a sua parte”, completa.

Previna a dengue em Sorocaba

Carlos Leite cobra mais informações sobre Residencial Carandá

Empreendimento imobiliário já é alvo de denúncia ao Ministério Público

O vereador Carlos Leite (PT) protocolou requerimento nesta terça-feira (27) cobrando novos documentos e mais informações sobre o empreendimento imobiliário denominado Residencial Jardim Carandá, no bairro Caguaçu, em Sorocaba. O parlamentar já protocolou outros dois requerimentos cobrando dados do empreendimento, mas quer mais detalhes da obra.

Carlos Leite e Iara Bernardi

Carlos Leite e Iara Bernardi pediram para Ministério Público investigar construção do Jardim Carandá

A principal preocupação de Leite é sobre a ausência de equipamentos públicos (creches, escolas e unidades de saúde) nas imediações do condomínio, que receberá 2.560 famílias (cerca de 10 mil pessoas). Denúncias feitas ao vereador também apontam que as áreas institucionais, que deveriam por lei ser destinadas à construção desses equipamentos, são menores do que o estabelecido no projeto original e, portanto, incapazes de receber essas construções.

“Queremos mais detalhes para saber se as pessoas que serão instaladas no Carandá contarão com todos os recursos necessários para garantir qualidade de vida e o pleno atendimento às suas necessidades, dentre elas as de saúde e educação”, explica Leite. “Temos feito um amplo levantamento das obras, e constatamos dados preocupantes”.

A construção do Residencial Jardim Carandá conta com R$ 179.200.000,00 reais do Governo Federal, do total de R$ 226.304.000,00 de investimentos, o que representa 79% da verba total. De acordo com os engenheiros da obra, é a Prefeitura a responsável pela construção da escola, da creche e do posto de saúde. Já a Prefeitura alega que tais obrigações são dos construtores do Residencial. De qualquer forma, a estimativa de entrega desses equipamentos é de 120 dias após a mudança das famílias para o local.

Ministério Público – No último dia 05 de dezembro, o vereador Carlos Leite e a deputada federal Iara Bernardi ingressaram com representação no Ministério Público pedindo que o órgão investigue diversas denúncias de irregularidades no Residencial Jardim Carandá. O MP abriu procedimento preparatório para instauração de Inquérito Civil, para avaliar as denúncias.

“Consta em ata de reunião com técnicos da Sehab, a reserva das áreas institucionais eram insuficientes para a construção de equipamentos públicos, o que demandou negociações entre a Prefeitura e a empresa Construtora Direcional, para a aquisição de nova área para, então, alocar os equipamentos públicos corretamente dimensionados”, escreveram os parlamentares na representação. “Houve uma clara negligência da Prefeitura no tocante à garantia das dimensões corretas quando da aprovação do empreendimento em Sorocaba, o que gerou uma negociação posterior que pode ter culminado no encarecimento do empreendimento”, dizem.

Os parlamentares também denunciaram uma manobra dos empreendedores do Carandá para não submeter o residencial a um Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), exigido por lei.

“Licenciaram cada um dos 17 condomínios verticais do empreendimento de forma individual, dando a impressão de que se tratava de pequenos empreendimentos e, portanto, livres do EIV. Mas o Carandá como um todo é gigante, e deveria ter sido submetido como um todo à apreciação do Poder Público. Isso só foi possível mediante compactuação por parte da Prefeitura”, escreveram a deputada e o vereador na representação.

O Carandá enquadra-se nas descrições dos “empreendimentos de significativo impacto urbano”, que são aqueles que podem afetar a saúde, a segurança e o bem estar da população; as relações de convivência e vizinhança; as atividades sociais e econômicas;  as propriedades químicas, físicas ou biológicas do meio ambiente; e a infra-estrutura urbana e seus serviços (sistema viário, sistema de drenagem, saneamento básico, eletricidade e telecomunicações); dentre outros, previstos na Lei nº 8.270/2007, que os parlamentares acreditam que foi ferida com a ausência do EIV para a construção do empreendimento.

Carlos Leite cobra informações sobre Vale Material Escolar

Preocupação de Carlos Leite é que entrega do Cartão Material Escolar demore e prejudique estudantes em Sorocaba

O vereador Carlos Leite (PT) está cobrando informações da Prefeitura sobre o fornecimento do Vale Material Escolar neste início de ano para as escolas públicas municipais e conveniadas, já que as aulas terão início no próximo dia 9 de fevereiro. Ele quer saber em que estágio está o processo para fornecimento do Vale, e o valor que será oferecido para a aquisição dos materiais.

A ACSO (Associação Comercial de Sorocaba) foi escolhida, no último dia 16, para operacionalizar o sistema do Vale Material Escolar na cidade, com um custo zero de taxa de administração para a cidade. Segundo o Secretário de Educação, José Simões, o valor do Vale estará entre R$ 150 e R$ 200 reais.

“Esperamos que a Prefeitura nos comunique como está o plano de trabalho para a celebração do convênio com a ACSO, e qual o prazo para entrega dos cartões”, diz o parlamentar.

O Vale deverá ser distribuído para as famílias de todos os 40.997 estudantes matriculados nas pré-escolas, ensino fundamental e médio da rede pública municipal, além das escolas conveniadas. A estimativa da ACSO é de que cerca de 100 lojas se credenciem junto à instituição para vender o kit escolar.

A expectativa é de que o valor dos materiais indicados pela Secretaria da Educação para compor o kit escolar não sejam tabelados, permitindo, assim, a livre concorrência entre os lojistas.

“O cartão é uma lógica em que todo mundo ganha, afinal, o dinheiro dos cofres públicos serão gastos na própria cidade. Os alunos, assim, terão a chance de escolher os materiais que melhor lhes sirva, dentro, claro, dos parâmetros impostos pela Prefeitura. 100% dos valores do cartão serão, obrigatoriamente, utilizados na compra dos materiais escolares, sendo proibida e mesmo impossível, sua utilização em outros produtos”, defende Leite.

Omissão – Dentre a questões enviadas ao Secretário de Educação, José Simões, Carlos Leite cobra informações sobre o não-fornecimento do kit material escolar para escolas conveniadas, no ano passado. O parlamentar quer saber por qual razão esses kits não foram enviados para ao menos uma escola, se houve algum desvio, e se essas escolas receberão o Vale em 2015.

“Recebemos denúncias de que os alunos nunca receberam os kits, e mesmo que a própria escola determinou que os pais de alunos beneficiados com o convênio com a Prefeitura, adquirissem os materiais escolares”, afirmou.

Vale – A Lei que criou o Cartão Material Escolar em Sorocaba espelhou-se em projeto de autoria do vereador Carlos Leite. “Ouvindo pais e mães de alunos, além dos próprios estudantes, formalizamos em 2014 o projeto de lei que criaria o cartão na cidade, democratizando e agilizando o acesso ao material escolar logo no início do ano”, explica. “Como era inconstitucional, enviamos o projeto para apreciação do Prefeito”.

Esse sistema de compras, além de beneficiar os usuários diretos do cartão, ainda fomenta o comércio local, gerando mais empregos e aumentando os salários.

“Como a criação desse mecanismo de compra é de exclusividade do Prefeito, o Chefe do Executivo decidiu abraçar nossa proposta e enviar para a Câmara um projeto de lei onde ele criava o cartão, espelhado em nosso projeto. A proposta foi aprovada no finalzinho do ano passado”, afirma Carlos Leite.

Hospital é impedido de fazer cirurgias por falta de documentos

Ao menos entre março de 2014 e dezembro do mesmo ano, o Hospital Unimed Sorocaba não pode realizar cirurgias em convênio com a Prefeitura de Sorocaba, por falta de uma certidão negativa de débito. Foi o que informou o Paço Municipal em resposta a requerimento de autoria do vereador Carlos Leite (PT), protocolada no Legislativo no último dia 11 de dezembro.

Até o dia da protocolização da resposta, o convênio não havia sido renovado ainda. Carlos Leite está encaminhando novo requerimento à Prefeitura para saber se a situação ainda permanece inalterada. As cirurgias atingidas pelo problema foram de retirada de órgãos e tecidos, transplante de tecido músculo esquelético, transplante de fígado e de córneas.

Vereador pede câmeras de segurança para o Jardim Ipanema Ville

O vereador Carlos Leite (PT) protocolou requerimento cobrando mais segurança nas Ruas Cônego Lúcio Floro Graziosio e Augusto Cleis, no Jardim Ipanema Ville. Diversos moradores locais entraram em contato com o parlamentar reclamando da insegurança das vias. Eles pedem a implantação de Câmeras de segurança, para inibir crimes e a presença de pessoas em atitude suspeita.

“Muitas pessoas nos procuraram solicitando o reforço da segurança no local. Em atenção a elas, estamos cobrando do Prefeito um posicionamento sobre isso, bem como pedindo que sejam adotadas medidas urgentes para melhorar essa região no tocante à segurança pública”, esclarece o vereador.

Dengue : Dicas para combater o mosquito

A Dengue é uma doença infecciosa que pode ser causada por 4 tipos de vírus. Ela acomete cerca de 100 milhões de pessoas por ano, com uma taxa de mortalidade de 10% para pacientes hospitalizados. No Brasil, a região Sudeste é a mais atingida.

Ela é transmitida pela picada do mosquito fêmea Aedes Aegypti ou Aedes Albopictus. Essas espécies picam durante o dia ou noite e suas larvas se proliferam em água parada, limpa ou suja. Por isso, a melhor forma de se evitar a Dengue é combater o mosquito, eliminando os focos de acúmulo de água.
conjunto de dicas

Sorocaba registra 62 casos de dengue em 2015

Deste total, 52 são autóctones e 10 são importados. População deve reforçar medidas de combate ao mosquito transmissor e adotar o uso de repelente.

De acordo com o novo Boletim Epidemiológico da Dengue e Febre Chikungunya divulgado na segunda-feira (19) pela Área da Vigilância em Saúde da Secretaria da Saúde de Sorocaba (SES), o número de casos de dengue confirmados na cidade em 2015 já chegou a 62 até o dia 15 de janeiro. Deste total, 52 são autóctones e 10 são importados, o que demonstra a transmissão sustentada no município, sendo que algumas regiões da cidade estão em fase de alerta.

Comparando com o mesmo período de 2011 e 2013 – anos em que Sorocaba registrou os maiores números de casos de dengue –, o número de casos confirmados neste ano é maior. Em 2013, até o dia 18 de janeiro, tinham sido registrados nove casos e, em 2011, durante todo o mês de janeiro, foram registrados oito casos.

Analisando o gráfico que mostra o comportamento da doença na cidade nos últimos meses, exibido na segunda edição do boletim, é possível notar que a dengue tem apresentado alterações nos padrões de transmissão. Enquanto em anos anteriores o período compreendido entre os meses de julho a novembro era considerado “silencioso”, em 2014 observa-se o aumento do número de casos a partir do final de 2014.

Com relação à distribuição geográfica dos casos confirmados de dengue em Sorocaba em 2015, o boletim mostra que a Regional Norte da SES é a que mais concentra o número de registros, sendo a região da Unidade Básica de Saúde (UBS) da Vila Angélica a com maior número de casos confirmados da doença neste ano, seguida da área de abrangência da UBS Nova Sorocaba.

Sobre a Febre Chikungunya, em 2015, um caso suspeito encontra-se aguardando resultado de exame.

Prevenção é fundamental

A diretora da Vigilância em Saúde da SES, Daniela Valentim dos Santos, lembra que, para evitar uma possível ocorrência de epidemia de dengue na cidade neste ano, é preciso reforçar o combate ao mosquito transmissor. “Toda população deve colaborar e adotar os hábitos preventivos. Todos os objetos que acumulam água e podem tornar-se criadouros devem ser eliminados, pois a única maneira eficaz de evitar a doença é o combate ao mosquito transmissor”, diz.

A SES recomenda que as pessoas vistoriem a residência pelo menos uma vez por semana. “É preciso confirmar se não há nenhuma calha entupida, se não existem objetos espalhados pelo quintal e vasos de plantas que acumulem água da chuva. Caixas d’água devem estar bem vedadas e os vasos sanitários com pouco uso precisam ficar tampados”, explica Daniela.

“Além da intensificação de medidas de eliminação de criadouros, é importante que na presença de sintomas da dengue o munícipe procure atendimento de saúde, use repelente e só faça uso de medicamentos sob prescrição médica. A pessoa com suspeita de dengue deve permanecer em casa durante os primeiros seis dias dos sintomas, se hidratar em abundância e procurar o serviço de saúde caso apresente piora”, completa a diretora da Vigilância em Saúde.

Sintomas da Dengue

Geralmente os sintomas se manifestam a partir do 3° dia depois da picada do mosquito e incluem febre alta, forte dor de cabeça, dor atrás dos olhos, perda de apetite, manchas avermelhadas pelo corpo, enjôo, vômitos, tonturas, cansaço extremo, dores intensas nos ossos e articulações.

Alguns pacientes podem evoluir para a forma grave da doença, a Dengue hemorrágica. Seus sintomas são sangramento pelo nariz, boca e gengivas, dor abdominal forte e contínua, choque, vômitos persistentes, pele fria e pálida, sonolência, confusão mental, dificuldade respiratória e até perda da consciência. É um quadro grave, que pode ser fatal, e, por isso, necessita de atendimento médico imediato.

Não há tratamento específico para Dengue, apenas os que aliviam os sintomas. Deve-se ingerir muito líquido, como água, sucos, chás e soros caseiros e manter repouso absoluto. É proibido o uso de medicamentos à base de ácido acetil salicílico e antiinflamatórios, como Aspirina e AAS, pois podem causar hemorragias.

Veja algumas dicas para se prevenir da doença:

– Mantenha caixas ou barris de água fechados com tampa adequada;
– Não deixe água da chuva acumulada sobre a laje;
– Elimine folhas, galhos, e qualquer obstáculo que possa impedir a água de fluir pelas calhas;
– Encha de areia até a borda os pratos dos vasos de plantas;
– Guarde garrafas sempre de cabeça para baixo;
– Não deixe pneus expostos com água no interior;
– Coloque o lixo em sacos plásticos fechados;
– Lave com sabão e escovas o interior dos tanques utilizados para armazenar água;
– Use repelentes à base de DEET em áreas de risco de dengue;
– Coloque telas de proteção nas portas e janelas;
– Use mosquiteiros.

Fonte: https://ams.petrobras.com.br/portal/ams/beneficiario/dengue-dicas-para-combater-o-mosquito.htm

Vereador Carlos Leite cobra melhorias na praça Dail Gonçalves de Araújo Monteiro

O vereador Carlos Leite (PT) está cobrando melhorias urgentes na quadra de areia do bairro Jardim Gonçalves, na Praça Dail Gonçalves de Araújo Monteiro. Mesmo após pequenas chuvas, o equipamento esportivo fica inutilizável, tamanha a quantidade de água que fica acumulada no centro. Jogadores chegaram a tirar água com baldes para poderem utilizar a quadra, onde a água chega a ficar acumulada por dias.

carlos leite cobra melhorias para praça dail gonçalves, no jardim gonçalves, sorocaba

Carlos Leite pede melhorias no sistema de drenagem, de forma a garantir o pleno e rápido escoamento da água após as chuvas. “Muitas pessoas nos pedem para intervir junto à Prefeitura e pedir as melhorias. Já fizemos isso diversas vezes, mas não obtivemos qualquer ação por parte do Executivo”, diz o vereador. “Por isso agora estamos cobrando que o Prefeito nos diga quanto irá fazer as obras, via requerimento, para prestarmos conta junto à comunidade local”, conclui.

O vereador também havia solicitado as obras por meio de duas indicações. No requerimento, Leite cobra informações sobre quais ações a Prefeitura adotou após receber as indicações, bem como quando realizará as melhorias solicitadas, já que até agora não tomou nenhuma atitude para melhorar o local.

Crianças deixam de receber refeição e passam a comer lanche em Janeiro

O vereador Carlos Leite (PT) recebeu denúncias em seu gabinete de que as unidades de ensino que estão trabalhando neste mês de janeiro, acolhendo crianças cujas mães precisam trabalhar, deixaram de servir a sopa da tarde, trocando o alimento por um lanche. Os pais e responsáveis receberam a informação via bilhete anexado no caderno das crianças, sugerindo que eles complementassem a alimentação dos filhos em casa.

“Informamos que devido ao atendimento emergencial em janeiro, na parte da tarde os alunos não estão tomando sopa, mas lanche. Sugerimos que complementem a alimentação em casa”, diz o comunicado, emitido dia 09 de janeiro.

A sopa era servida por volta das 15 horas. Leite encaminhou, na tarde desta quinta-feira (15), ofício ao Secretário de Educação, José Simões, cobrando explicações sobre a substituição da refeição por lanche, e pedindo que a sopa volte a ser servida normalmente.

Carlos Leite luta contra falta de refeição em creches em janeiro

Em seu ofício, o parlamentar também cobra informações sobre o motivo da substituição, considerada inadequada pelos pais das crianças; quem determinou que essa substituição fosse feita; e qual o posicionamento do setor de nutrição da Prefeitura sobre o caso, ou seja, o que pensam as nutricionistas sobre trocar uma refeição por um lanche.

“Atender os alunos em janeiro não deveria ser visto como algo emergencial, mas cíclico. Todo início de ano tem de ser feito. E a Prefeitura deve se adequar para esse período do ano, garantindo a normalidade no fornecimento de seus serviços”, diz o vereador Carlos Leite. “Queremos que os alunos recebam a alimentação equilibrada de sempre, independentemente da data em que estejam na escola”, conclui.

Problemas de falta de água no Genebra não serão solucionados em menos de dois meses

Dois meses. Esse é o prazo estimado pelo Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) para que o novo reservatório de água do bairro Genebra passe a funcionar. Isso porque a empresa que fornecerá os materiais para ligar a água na caixa irá demorar mais um mês para entregar as peças, após o que as equipes do Saae demorarão mais 30 dias para efetuar a ligação do reservatório, totalizando 60 dias.

O vereador Carlos Leite protocolou requerimento cobrando detalhes da obra e dos motivos para a demora em fazê-la funcionar, uma vez que ela foi concluída em dezembro e, no entender dos moradores locais, todas as peças já deveriam estar prontas para serem instaladas imediatamente após a inauguração do reservatório.

Moradores do Genebra estão sofrendo com a falta de água justamente no período mais quente do ano, ou seja, no verão. Isso porque o poço artesiano que abastece o bairro não está mais conseguindo atender a demanda, e o Saae não entregou novos reservatórios para garantir o abastecimento das residências.

A capacidade da caixa d’água, construída com recursos próprios da Prefeitura no valor de R$ 496.981,16 reais, comporta 250 metros cúbicos de água. A placa oficial da obra indica que o prazo para entrega do equipamento seria de 150 dias. O problema é que não há sinalização da data de início das obras, impedindo a correta fiscalização do cumprimento dos prazos por parte dos cidadãos.

Vereador questiona se Teatro está com o AVCB em dia

O vereador Carlos Leite (PT) está cobrando informações da Prefeitura sobre o sistema de controle de incêndio do Teatro Municipal “Teotônio Vilela”. O parlamentar quer saber que o prédio possui AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) e se ele está em dia, bem como se o sistema de isolamento acústico do prédio passou por modernização e já utiliza materiais não-inflamáveis.

Carlos Leite pede, ainda, informações sobre um eventual projeto para realizar a revitalização externa do teatro, que se encontra degradada, em especial a área do teatro de arena. Ele também pede a melhoria do sistema de acesso interno do prédio.

Teatro Teotônio Vilela Sorocaba

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